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6 indícios de que chegou a hora de refazer seu site

15/08/2017 Por: Alexandre Fattori

Refazer o site periodicamente é uma prática muito valiosa para quem deseja atrair resultado online.

As tendências digitais alteram com muita frequência e é preciso acompanhá-las para não ficar para trás.

O site é a representação da sua marca na internet e deve ser parte da estratégia de comunicação de sua empresa.

Se, por algum motivo, ele não está cumprindo seu papel na estratégia, é hora de refazê-lo.

  1. Não é responsivo

Um site não-responsivo, ou não-mobile, é aquele que não se adapta para ser visualizado em diferentes dispositivos.

Estima-se que 95% dos brasileiros com acesso à internet, optam por fazê-lo através de dispositivos móveis, e, por esse motivo, os sites devem estar otimizados para mobile.

Em fevereiro de 2015, o Google emitiu um comunicado, informando sobre a restrição no ranqueamento de sites não-responsivos. “Estamos expandindo nosso uso da otimização mobile como índice de classificação. Essa alteração afetará pesquisas móveis em todos os idiomas no mundo e terá um impacto significativo nos resultados da pesquisa. Consequentemente, os usuários terão mais facilidade em obter resultados de pesquisa relevantes e de alta qualidade otimizados para seus dispositivos”.

Para saber a performance responsiva do seu site, utilize o Teste de Compatibilidade com Dispositivos Móveis, do Google.

  1. Não condiz com sua estratégia atual

Seu site complementa as ações da sua estratégia de comunicação? Se ele for um e-commerce, por exemplo, o consumidor é direcionado para o fechamento da compra?

O site precisa estar alinhado ao objetivo da sua empresa, seja ele focado no reconhecimento de marca, no lançamento de produtos ou na expansão internacional.

  1. Experiência do usuário (UX)

Você já deve ter ouvido falar na importância do UX (User Experience), ou experiência do usuário, na construção do site, mas o que isso significa?

Trata-se da usabilidade do site, do quanto ele é claro e acessível ao usuário, se é intuitivo e se o cliente encontra, facilmente, tudo o que procura.

Significa que os mapas do site, contidos nos sites antigos, são desnecessários se há preocupação com UX.

Contempla desde a disposição dos elementos no site, à escolha das cores. Também é avaliado o tempo que leva para abrir cada página.

Uma pesquisa de 2011 indicava que 74% dos usuários não esperava mais de 5 segundos para carregar uma página. Atualmente, estima-se que, se levar mais de 3s para carregar, o site perde o cliente.

  1. Está desatualizado

Sites antigos eram, geralmente, desenvolvidos em Flash, o que simulava uma imagem inteira anexada no site. As informações contidas em sites desse modelo não conseguem ser lidas pelos algoritmos dos motores de busca e, por esse motivo, não são indexados corretamente. Isso causa perda de ranqueamento nas buscas do Google, além de conferir aparência pouco moderna ao site.

Os sites atuais são desenvolvidos na linguagem HTML.

  1. É difícil editar ou incluir informações

Se, para toda vez que você precisa adicionar um novo produto ao seu e-commerce ou publicar um conteúdo, é necessário contatar o desenvolvedor do site, há dois desfechos nada atraentes:

  1. Você gastará muito com a manutenção do site
  2. Você vai parar de atualizar o site

Por isso, o interessante é optar por uma plataforma intuitiva, com painel simples, sem a necessidade de usar códigos a cada atualização – o WordPress pode ser uma boa opção.

  1. Não ranqueia bem no Google

Para conquistar bom posicionamento nas buscas do Google, é necessário adotar algumas estratégias de SEO – Otimização dos Motores de Busca:

  • Velocidade do site

Quanto mais leve for o site, mais rápido abrirá as páginas e melhor será avaliado pelo Google.

  • Palavra-chave

As palavras-chave relacionadas à sua empresa devem estar no código do site (estrutura) e nos conteúdos publicados, para que apareça nos resultados de busca.

  • Atualização

O Google tende a posicionar melhor os sites com atualizações recentes, por considerar as informações mais relevantes para o usuário.

  • Conteúdo

Sites em que são publicadas notícias ou artigos costumam ser mais atrativos por oferecer materiais de interesse do consumidor.

  • Taxa de rejeição

A taxa de rejeição, ou bounce rate, é calculada pela quantidade de vezes que o usuário entrou e saiu de seu site, sem clicar em nada.

Em alguns sites, pode ser um indicativo de problemas no layout, no tempo de carregamento ou, ainda, na quantidade de informação exposta na página inicial – se tudo o que o cliente procura está na primeira página, ele não precisará clicar em nada.

Alexandre Fattori
Sobre o Autor

Alexandre Fattori

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Publicitário formado pela ESPM, pós-graduado em marketing pela FGV, especialização em marketing pela Irvine University of California. Sócio da Alt e consultor de marketing do SEBRAE e, acima de tudo, apaixonado por Marketing digital.

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