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Se a mídia é social, o e-commerce também deve ser!

01/11/2013 Por: Alexandre Fattori

Foi-se o tempo no qual as compras eram feitas exclusivamente no “bolicho” (como popularmente são conhecidos os mercadinhos e as mercearias aqui no Rio Grande do Sul) e com aquele caderninho para “fazer o acerto” no fim do mês.

Atualmente, é possível sair de casa apenas para casos extremamente urgentes e deixar questões mais corriqueiras, como fazer as compras da semana ou de um novo eletrodoméstico (bem como roupas, eletrônicos, etc.), para quando estivermos no conforto de nosso sofá, sem comprometer o fim de semana, ou outro tempo que deveria ser dedicado ao lazer, para realizarmos estas tarefas.

Porém, uma das coisas mais marcantes que ocorria no “bolicho” pode (e deve) ser preservado. Ou vai dizer que você não se sente bem ao chegar no mercadinho da sua rua e ser atendido com um caloroso cumprimento (nem que seja um breve “olá”) seguido de um ótimo diálogo?

Como é sabido, para que uma relação realmente forte (desde a mais comercial até a mais apaixonada) seja construída, é necessário que ocorra um diálogo. E não apenas verbal, já que este diálogo pode se dar através da forma de apresentação da empresa, de seus benefícios ou até mesmo sobre a forma dela se comunicar através de seu Ponto de Venda (físico ou digital).

Metas

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UMA RELAÇÃO NADA FRIA

Um dos cases mais marcantes, no que diz respeito da relação entre o e-commerce e as mídias sociais, é o do famoso “Pinguim” responsável por comandar o Twitter e o Facebook do Ponto Frio. Graças ao seu humor apurado (e afiado), este personagem foi responsável por um aumento de 20% nas vendas da linha branca (eletrodomésticos) através da loja virtual.

E o que o Pinguim faz? Ele se relaciona através do seu “E-glu” para fazer desde divulgações de ofertas até mesmo a introdução de atendimentos que posteriormente são direcionados para o SAC da loja, evitando assim situações embaraçosas tanto para marca quanto para os seus clientes.

BASTA EU CRIAR UM “MASCOTE” PARA A MINHA MARCA, UMA PÁGINA NO FACEBOOK E UMA CONTA NO TWITTER PARA MEU NEGÓCIO SE TORNAR UM SUCESSO?

Na verdade, não. Muito mais do que ter alguém para conversar com seus clientes atuais e futuros, estar em uma rede social significa literalmente “colocar a cara a tapa” ao invés de apenas deixar “falarem pelas costas”.

Em alguns casos, o tiro pode acabar saindo pela culatra devido a um diálogo que não esteja de acordo com alguns fatores chaves, como os princípios norteadores da empresa ou a linguagem compatível com a da audiência de sua marca. Portanto, se é mais do que necessário ESTAR nas redes sociais, é preciso estar atento também a outro verbo, o PERTENCER (ao meio no qual a marca se encontra).

Alexandre Fattori
Sobre o Autor

Alexandre Fattori

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Publicitário formado pela ESPM, pós-graduado em marketing pela FGV, especialização em marketing pela Irvine University of California. Sócio da Alt e consultor de marketing do SEBRAE e, acima de tudo, apaixonado por Marketing digital.

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